Marketing Digital: Comportamento do consumidor na Internet
O estudo Consumer Barometer divulgado pelo Diário Económico, vem mais uma vez provar que as Marcas têm de marcar presença na WEB com uma estratégia bem definida.
O estudo conclui que em Portugal:
- 53% dos consumidores portugueses procuram informação de todo o tipo na Internet;
- 23% assumem já terem feito compras online;
- 84% dos portugueses com acesso à web pesquisam online antes de comprar offline;
- 34% garantem já ter mudado de ideias acerca de uma marca a comprar depois de consultarem a Internet.
Este estudo reforça a importância de implementar a Arte de Partilhar nas empresas. Desta forma estamos a fornecer informação que fortalece a relação e a proximidade com o público-alvo. Estamos a oferecer conteúdo que nos torna visíveis na rede.
Consumidores pesquisam online para comprar offline
Os utilizadores da WEB são pessoas, têm comportamentos, desejos e necessidades e, não é a tecnologia por si só que gera resultados. É indispensável conhecer o mercado e o comportamento do consumidor.
Como refere o estudo, 84% dos utilizadores de Internet pesquisam no ambiente on-line para comprar no offline – efeito ROPO (Research Online – Purchase Offline). Um outro estudo promovido pela Cetelem – Barómetro Europeu 2011 – defende que cerca de 75% dos consumidores portugueses pesquisam primeiro na Internet para de seguida efectuarem a sua compra na loja fisica.
Torna-se crucial para qualquer Marca perceber e analisar estes indicadores com intuito de encontrar respostas para as seguintes questões:
- Será que a melhor estratégia consiste em levar o consumidor a comprar online?
- Será mais eficaz partilhar informação para que o consumidor veja as suas dúvidas esclarecidas para estar seguro e efectuar a sua compra no offline?
- Ou há espaço para ambas as soluções?
Dependendo do seu sector de actividade, da identidade da Marca que representa e do seu público-alvo, as respostas a estas questões variam. Procure dar respostas completas, não se contente com o “sim” ou “não”, procure saber a razão e justificar as opções escolhidas.
Já em 2004, mais de 69% dos automóveis foram comprados após pesquisas na Internet. As pessoas comparam preços, procuram feedback e tentam receber garantias da Marca para efectuar a compra offline.
Um outro estudo promovido pelo Interpublic Group divulgado pela ACEPI vai ainda mais longe garantindo que:
“Se não existir informação online sobre determinada marca é muito provável que os consumidores evitem comprar os seus produtos.”
Ainda há PMEs fora da Internet
A importância de estar na WEB, nos dias de hoje é indiscutível porém, segundo um estudo da Google, apenas 38% das PME em Portugal têm presença online e 26% não têm acesso à Internet.
Um outro estudo relativamente à utilização de Internet em Portugal (2010), revela que a principal razão para as pessoas não utilizarem Internet é o facto de não verem utilidade ou terem falta de interesse.
Como refere o Consumer Barometer, 34% dos utilizadores assumem ter mudado de ideias acerca de uma Marca depois de pesquisas na WEB ou seja, já não é suficiente estar na WEB, é obrigatório estarmos bem posicionados face à nossa concorrência. Este tema ganha ainda mais relevância quando o nosso público-alvo é maioritariamente constituído por jovens que já não passam sem pesquisar informação na Web (91%).
Termos boas referências e pessoas a falar da nossa Marca é fundamental para transmitir a segurança que o consumidor procura. O consumidor associa a posição nas pesquisas do Google à confiança/liderança da empresa ou seja, se a minha Marca estiver melhor posicionada que a concorrência, para o consumidor, a minha Marca tem melhores referências ou é considerada líder no mercado.
Os consumidores confiam em quem conhecem
Embora seja evidente que o comércio online (e-commerce) é uma tendência que não devemos desprezar, somos obrigados a analisar mais duas questões indispensáveis para as Marcas tomarem decisões:
- Em quem é que as pessoas mais confiam
- O que é que leva os consumidores a não comprarem on-line.
Tendo como suporte o estudo promovido pela The Nielson Company (2009), os utilizadores confiam maioritariamente nas recomendações de pessoas conhecidas (atenção que o conceito de “conhecido” na WEB adquiriu proporções sem precedentes), ou seja, uma Marca para ser competitiva na WEB tem que influenciar a partilha (peer-to-peer)e procurar feedback junto do seu consumidor.
Por outro lado, o mesmo estudo revela que as pessoas confiam nos sites das Marcas ou seja, há aqui uma oportunidade evidente para conquistar a confiança do consumidor através da, já mencionada, Arte de Partilhar. Não devemos gerar confusão na mente do consumidor para evitar que ele tenha que ir procurar informações noutros sítios. Se a Marca for transparente a comunicar, e disponibilizar a informação desejada, o consumidor vai se sentir seguro para passar à próxima fase do processo de decisão de compra.
Por fim, as Marcas que apostam na venda on-line têm que perceber que há algumas barreiras para superar. Há diferenças significativas entre o ambiente online e o ambiente offline.
Em primeiro lugar, importa ter noção que as pessoas compram maioritariamente na WEB por conveniência, por haver mais facilidade na procura, por considerarem que os preços são melhores, e pela variedade da oferta. Com a Internet podemos comprar e comparar produtos ou preços em todo o mundo logo, as Marcas têm que ser diferenciadoras.
Por outro lado, barreiras como a confiança, a preferência pelo contacto pessoal ou manuseamento do Produto e a privacidade têm que ser contornadas de forma eficaz. Não podemos ignorar que na WEB não há contacto pessoal, não há um compromisso humano durante o processo de troca de valores como tal, a plataforma de venda online deve salvaguardar todas estas questões com propostas de valor acrescentado para o consumidor sem esquecer que quanto maior é o envolvimento da compra, maior a exigência do consumidor. Vender um carro (produto de alto envolvimento) não tem os mesmos níveis de exigência que vender um livro (produto de baixo envolvimento).
Fonte: Mktonline
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Bird
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Home Garden
Fotografia minha. Aproveito para deixar o convite/apelo à visita da minha galeria online no DeviantART em http://fhox.deviantart.com
Continuação de Boas festas!
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Momento Zen #001
“Feliz aquele que desfruta agradavelmente da sociedade! Mais feliz é quem não faz caso dela e a evita!”
Voltaire
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Redesenhando o Futuro
Vénus, crepúsculo de uma tarde extremamente solarenga. Jacque Fresco coloca, com a meticulosidade reflectida na precisão com que gesticula e maneja incrivelmente detalhadas miniaturas, o último andar de um edifício-maquete de mais uma visão arquitectónica futurista. Roxanne, sua companheira e ajudante, alimenta um entusiástico debate com um grupo de visitantes sobre um tempo que há-de vir, com bolinhos de laranja acabados de fazer e sumo de ananás fresco. Situado a cerca de 40 milhões de quilómetros da Terra, o planeta Vénus é um corpo celeste que brilha continuamente durante o dia e durante a noite no céu terrestre. É uma luz continuamente presente, algo que nos faz lembrar onde estamos e quem somos.
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Estudo prova que consumidores britânicos não pagam por conteúdo online
Um estudo da KMPG demonstra que os consumidores britânicos estão menos predispostos ao pagamento por conteúdos digitais do que quaisquer outros utilizadores da Web no mundo inteiro.
Segundo a Marketing Week, uma revista inglesa especializada no ramo da indústria publicitária, a investigação levada a cabo pela KMPG concluiu que 81 por cento dos utilizadores britânicos prefere aceder a outros sites caso o site gratuito que visitam regularmente comece a cobrar pelos conteúdos.
Na prática foi o que aconteceu com o The Times . As visitas ao site do jornal inglês caíram 58 por cento depois do grupo que detém o periódico, News Corporation, implementar a estratégia de pagamento no acesso aos conteúdos, no início de Julho.
Em declarações ao The Daily Telegraph, o Director de Tecnologia da KMPG, Tudor Aw, defende que “os consumidores do Reino Unido ainda não se habituaram à ideia de pagar por conteúdos digitais e não têm dúvidas em eleger outros sites caso tenham de pagar pelos conteúdos”.
Por outro lado, 74 por cento dos inquiridos não se importaria de receber publicidade no computador caso obtivesse acesso gratuito às informações produzidas.
Em termos globais, o estudo desencadeado pela firma suíça KMPG conclui que 43 por cento dos usuários a nível mundial pagaria por aceder aos conteúdos online. Na zona da Ásia e Pacífico essa taxa sobe para os 59 por cento.
in Público
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